O QualiGest é a plataforma portuguesa de gestão da qualidade para PME certificadas pela ISO 9001. Foi construída por um auditor da qualidade português, para acabar com as duas semanas de correria antes de cada auditoria.
A ISO 9001 não obriga a burocracia. Obriga a evidência. O problema quase nunca é a empresa não fazer as coisas: é não conseguir mostrar que as fez, no momento em que o auditor pergunta.
Um sistema da qualidade que só ganha vida duas semanas por ano custa dinheiro duas vezes. Custa o tempo perdido a reconstruí-lo, e custa as decisões que não foram tomadas durante os outros onze meses e meio, porque ninguém estava a olhar para os indicadores.
A ISO 9001 é a norma internacional de sistemas de gestão da qualidade. É a mais utilizada do mundo e, em muitos concursos e cadeias de fornecimento, é condição de acesso e não um extra. Está organizada em dez capítulos. Os sete que contam para o trabalho do dia a dia são estes.
Perceber o que rodeia a empresa, questões internas e externas, e quem são as partes interessadas e o que esperam de ti. É aqui que entram a análise SWOT e o levantamento de requisitos.
No QualiGest: Contexto, SWOT e Partes InteressadasA gestão de topo tem de estar comprometida, definir a política da qualidade e atribuir responsabilidades. Não se delega ao responsável da Qualidade e esquece.
No QualiGest: Política, Documentação e Revisão pela GestãoTratar riscos e oportunidades, definir objetivos da qualidade mensuráveis e planear as alterações. Objetivos sem indicador e sem responsável não contam.
No QualiGest: Riscos, Objetivos, Planos de Ação e AlteraçõesPessoas, competências, infraestruturas, equipamentos de monitorização, comunicação e informação documentada. Inclui a formação e a sua eficácia.
No QualiGest: RH, Formação, Ativos e DocumentaçãoOs processos que produzem o produto ou o serviço, do pedido do cliente à entrega, incluindo compras, fornecedores e o tratamento de saídas não conformes.
No QualiGest: Processos, Fornecedores e Saídas Não ConformesMonitorizar, medir, ouvir o cliente, fazer auditorias internas e a revisão pela gestão. É o capítulo onde mais empresas perdem pontos, por falta de registo.
No QualiGest: Indicadores, Satisfação, Auditorias e RevisãoTratar não conformidades e reclamações, agir sobre a causa e demonstrar que a ação foi eficaz. Corrigir sem investigar a causa é a não conformidade mais comum de todas.
No QualiGest: Constatações, Reclamações e EficáciaDesde a emenda de fevereiro de 2024, a organização tem de determinar se as alterações climáticas são uma questão relevante do seu contexto, e as partes interessadas podem ter requisitos ligados ao tema.
No QualiGest: campo próprio no ContextoA norma está construída sobre este ciclo. Na prática significa que os objetivos do início do ano têm de reaparecer na revisão pela gestão do fim do ano, com resultados ao lado. Se não reaparecem, o sistema não fecha.
Desde 2015 que a norma não pede um procedimento para tudo. Pede que identifiques o que pode correr mal, avalies a gravidade e a probabilidade, e ajas em conformidade. Uma matriz de riscos parada há três anos é um sinal vermelho para qualquer auditor.
Uma auditoria é um exercício de amostragem sobre registos. A diferença entre passar bem e passar mal raramente está na qualidade da empresa. Está na capacidade de mostrar, no momento, o registo que prova o que se afirma.
O texto final da revisão está fechado e a publicação da nova edição está prevista para 2026. É a primeira revisão de fundo desde 2015, e vai abrir um período de transição para todas as empresas certificadas.
Pelo que já é conhecido dos rascunhos, a revisão é evolutiva e não revolucionária. Os pontos com mais impacto prático são:
O compromisso da gestão de topo passa a incluir explicitamente comportamento ético e cultura da qualidade, e não apenas a assinatura na política.
A norma clarifica a distinção entre gerir riscos e identificar oportunidades, que hoje muitas empresas tratam na mesma tabela sem critério.
As alterações climáticas, já introduzidas pela emenda de 2024, ficam consolidadas como parte do contexto da organização.
Maior ênfase no uso de dados para sustentar decisões e melhoria. É exatamente o que uma folha de Excel dispersa por cinco pastas não permite fazer.
Nota honesta, porque isto importa: a duração exata do período de transição ainda não está publicada, e as datas de publicação anunciadas por diferentes entidades certificadoras ainda variam ao longo de 2026. Confirma sempre com a tua entidade certificadora antes de planear a transição. O QualiGest será atualizado para a nova edição sem custo adicional para quem tiver subscrição ativa.
Vinte e nove áreas de trabalho que cobrem o sistema de gestão da qualidade de ponta a ponta, ligadas entre si. Um risco gera uma ação, a ação tem responsável e prazo, o prazo alimenta o painel, e o painel mostra à direção o que está por fazer antes de ser tarde.
Objetivos com meta, responsável, periodicidade e leitura mensal. O estado calcula-se sozinho a partir do valor face à meta, sem ninguém pintar células de verde à mão.
Análise SWOT ligada à matriz de riscos e oportunidades, com probabilidade, severidade e nível calculado. Cada risco dá origem a ações ou a um plano.
Ações agrupadas em planos com nome, mais ações avulsas. Cada uma com origem, responsável, prazo, custo e acompanhamento mês a mês.
Avaliação de fornecedores por qualidade, prazo e preço, com qualificação automática, e registo de saídas não conformes com decisão e rastreabilidade.
Plano de auditorias, internas e externas, com relatório anexo. As constatações passam a tratamento com causa, correção, eficácia e encerramento.
Todos os pontos de entrada exigidos pela norma, reunidos numa ata, com as decisões a transformarem-se em ações com responsável.
Registo, análise, aceitação e ligação à constatação correspondente, mais o inquérito de satisfação que alimenta o objetivo automaticamente.
Colaboradores, matriz de competências por equipamento, plano de formação com avaliação de eficácia, acolhimento e compliance documental.
Processos com fluxo de passos e decisões, procedimentos e instruções, e a documentação de topo do sistema com edição e data.
Logo na entrada, a plataforma diz-te a percentagem do sistema que está completo e lista, elemento a elemento, o que falta para estar pronto para auditoria. Deixa de ser preciso adivinhar por onde começar.
Cada capítulo da norma com o que já tem registo e o que está vazio. É a vista que permite entrar numa auditoria a saber exatamente onde se está exposto.
Empresa fictícia, dados de exemplo. Podes alterar tudo à vontade, nada fica guardado.
Vale a pena ser direto sobre isto, porque quase toda a gente já tem alguma coisa. A pergunta certa não é se o QualiGest é o melhor software do mundo. É se resolve melhor do que aquilo que tens hoje.
| O que costumas ter | Onde funciona | Onde te deixa mal |
|---|---|---|
| Excel e pasta partilhada custo zero |
Flexível, toda a gente sabe usar, e para uma empresa pequena com um sistema simples pode chegar durante anos. | Versões paralelas sem ninguém saber qual é a boa, nada ligado entre si, e a reconstrução completa na véspera da auditoria. Não há histórico fiável nem alerta de prazo. |
| Software brasileiro de qualidade maduro |
Produtos completos, com anos de mercado e muito conteúdo disponível em português. | Terminologia e enquadramento que não batem certo com o que os auditores portugueses usam, suporte noutro fuso e noutra realidade legal, e funcionalidades pensadas para empresas muito maiores. |
| Suites internacionais de gestão integrada poderoso |
Cobrem qualidade, ambiente, segurança e continuidade, com governação a sério para grupos empresariais. | Preço e complexidade dimensionados para organizações grandes. Numa PME de 40 pessoas, implementar leva meses e usa-se uma fração do que se paga. |
| Módulo de qualidade do teu ERP já lá está |
Está instalado, já tem os dados de clientes e artigos, e não obriga a uma decisão nova. | Costuma cobrir bem não conformidades e pouco mais. Contexto, SWOT, riscos, partes interessadas e revisão pela gestão raramente lá estão, e continuam a viver em ficheiros à parte. |
| Consultor externo com folha própria resolve |
Traz experiência, resolve o problema e prepara a empresa para a auditoria. Funciona. | O sistema fica na cabeça e no computador do consultor. No dia em que ele sai, ou fica doente, a empresa não tem nada de seu. E paga-se todos os anos pelo mesmo trabalho. |
| Não fazer nada o mais comum |
Não custa dinheiro hoje e a certificação até costuma ser mantida, à custa de duas semanas de esforço. | O custo aparece todo de uma vez, na forma de uma não conformidade maior, de um cliente que pede evidências e não as recebe, ou de um concurso a que não se concorre por causa do prazo. |
Quem construiu esta plataforma é auditor da qualidade certificado, com pós-graduação em Gestão da Qualidade e mais de duas décadas a entrar em empresas portuguesas. A plataforma está desenhada em torno do que o auditor vai pedir, porque foi feita por quem costuma ser o auditor a pedir.
Ninguém quer começar do zero. A plataforma arranca em branco com o nome da tua empresa e permite importar a lista de colaboradores por ficheiro. O resto passa-se à medida que o ano corre, sem parar o trabalho, e não numa migração de fim de semana.
Um valor anual, por empresa, conforme o número de colaboradores. Sem custo por utilizador, sem módulos extra a desbloquear e sem taxa de arranque.
Valores anuais por empresa, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor. Acima de 500 colaboradores, ou para grupos com várias empresas, o preço é definido caso a caso.
Preferimos perder uma venda hoje a ter uma discussão daqui a três meses.
Serve, e é provavelmente o melhor momento. Começar a construir o sistema já organizado poupa a fase habitual de reunir tudo à pressa para a auditoria de concessão. A plataforma arranca em branco e vai-se preenchendo pela ordem da norma.
Os dados ficam na nuvem, associados à conta da tua empresa, e podes exportar uma cópia completa quando quiseres, em ficheiro, sem pedir autorização a ninguém. Sair não te deixa sem nada.
Entrar e começar é imediato. Ter o sistema todo lá dentro depende do que já tens em Excel e de quanto queres migrar. A recomendação é começar pelos objetivos, riscos e ações, que é onde o retorno aparece primeiro, e deixar o histórico antigo onde está.
Não. Abre-se no navegador, no computador ou no telemóvel. Não há instalação, servidor nem licença por posto.
A adaptação da plataforma à nova edição está incluída na subscrição, sem custo adicional. A duração do período de transição é definida pelo organismo de acreditação e deve ser confirmada com a tua entidade certificadora.
Não, e quem disser o contrário está a vender-te uma ideia errada. A plataforma organiza, lembra e mostra. As decisões de sistema, a análise de causa e a preparação da auditoria continuam a precisar de alguém que perceba do assunto. O que a plataforma faz é evitar que pagues a alguém para reconstruir folhas de cálculo todos os anos.
Podes, agora e sem registo, na demonstração com dados de uma empresa fictícia. Se depois quiseres ver com os teus próprios dados, marca-se uma sessão.
Se for daqui a menos de seis meses, vale a pena falarmos esta semana. Abre a demonstração primeiro, para saberes do que estamos a falar, e depois diz-me o que a tua empresa faz e quantas pessoas tem.